terça-feira, 30 de novembro de 2010

Livre para viajar


“Daqui a um ano você esta bem próximo de ser exatamente a mesma pessoa que é hoje. Exceto pelos livros que ler e as pessoas de quem se aproximar.” Charles Jone

As páginas de um bom livro podem inspirar canções, ideologias, embalar uma geração, despertar idéias, abre novos caminhos, transformar almas.
Quem de nós nunca se apegou a uma história e não quis que ela terminasse? O prazer de ter nas mãos um livro, talvez seja tornar seus personagens reais em nossa imaginação e muitas das vezes mesclar sua história com a nossa.
O blog do Arautomania abre aqui um espaço para que possamos compartilhar, indicar, debater, admirar e viajar pelo fantástico mundo da leitura.

Faça sua indicação de livro e divida conosco uma história, por que somos livres para viajar.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Novidade: Já está circulando a nova edição d'O Arauto


Olá pessoal,
E aí já viram a edição 18 d’O Arauto? Ainda não? Estão esperando o que?
Tem matérias borbulhando pra um debate! O especial é “Por que é importante ler?”.
O que acham, será a extinção dos livros impressos?
Na reportagem "É proibido fumar. Será mesmo?", um debate, após um ano que a lei entrou em vigor, o que mudou e os números da fumaça; são apresentados no texto.
Tem também a ‘vida universitária’, a galera FCA trabalhando muito e mostrando os resultados. Vinheta dos alunos de Rádio e TV ganha prêmio nacional; relatos de quem estiveram no SWU, participando dos fóruns e shows; Dia Internacional da Animação e os vencedores do concurso de bandas. Se você é um amante da fotografia e música, não perca a ‘fotogaleria’, “Luz e som”.
Ah, essa edição também trás um tema super atual “Os perigos do cyberespaço”, fique por dentro e tome cuidado.

Quer ficar por dentro dos mais variados assuntos e ainda saber o que está acontecendo na FCA e no CEUNSP? Corre e pega seu jornal que dá tempo.

Ótima leitura com muita informação!
Até a próxima!

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Voltando a vida

Olá seguidores e não seguidores do Arautomania! Já algum tempo nossas ferramentas ficaram paradas, por vários motivos, que “prefiro nem comentar”. Mas isso já não é mais um problema. Estamos a todo vapor, novos post, twists, fotos e tudo o que tiver direito. Aqui vocês ficarão por dentro do que rola na FCA e n’O Arauto. Reservamos este espaço para debates e informações. Então não perca nenhuma novidade!


Boa leitura a todos!!

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Viva o dia do beijo! Com muito beijo...

Ontem, 13 de abril, foi o dia nacional do beijo.



Existem vários tipos de beijo, na mão, na boca, na bochecha, o de Judas (traidor!). Enfim, cada um tem sua intenção. Mas há quem decifre o beijo que invadiu seu sonho. O site Traduzindo Sonhos dá as dicas.

Beijo dado ou recebido: acréscimo de afeto.
Ver pessoas se beijando: amor não declarado.
Beijo na face: sucesso amoroso.
Na boca: você imprudente.
Beijar um morto: não comente seus planos.



Outros têm até carta do beijo:

Beijo na mão: eu te adoro

Beijo na bochecha: eu só quero ser um amigo

Beijo no pescoço: eu te quero

Beijo nos lábios: eu te amo

Beijo nas orelhas: eu só estou fazendo joguinho

Beijo em qualquer outro lugar: não vamos nos deixar levar.

Olhar nos olhos: me beije

Brincando com seu cabelo: não posso viver sem você

Mãos na sua cintura: eu te amo demais pra te deixar ir embora



Com ou sem cartas ou revelações o primeiro beijo é o que deixa a marca. E quem foi que disse que os meninos não se lembram daquele que memorável beijo?

Caio Vinicius Dellagiustina, estudante de Jornalismo do 5° semestre, era o espertinho da turma e foi marcado na infância, “Acho difícil esquecer o primeiro! Foi com uma amiga, na 4º série, numa excursão com a escola”.



Outros são mais observadores e românticos, garantem os detalhes do beijo inesquecível. “Descobri que ela gostava de mim, mas só ficamos quando ela teve certeza que eu estava apaixonado por ela. Foi num friozinho gostoso, noite estrelada... Tínhamos saído com uns amigos, eu fui levar ela embora, a pé. Falamos sobre tanta coisa, mais não tínhamos coragem de falar sobre a gente. Tomei a iniciativa. Roubei um beijo no meio da rua! Foi maravilhoso esse dia”, relembra Thales Puglia, 3° semestre de Jornalismo. Beijo cheio de amor ninguém rejeita, seja por admiração ou por afeto a pessoa desejada.

E aí você esta esperando o que? Alguém vai perder o beijo...


Texto:
Mariana Sugahara

Crédito de Fotografia:
Fotos 1, 3 e 4: Fabiana Ritta
Foto 2: Mariana Sugahara

sexta-feira, 26 de março de 2010

Conservadorismo

O que acontece quando você é jovem, gosta das coisas do mundo e seus patriarcas são conservadores?

Se sentir totalmente deslocado e infeliz é de praxe. Agora suicídio... É a ideia mais provável quando acontece o que aconteceu comigo.
Ser filha mais nova e do segundo casamento de ambos, sempre foi motivo pra ser o exemplo da família, colocaram em mim todas as fichas não apostadas nos outros filhos.

"Você tem que nos dar orgulho".



Agora imagina conviver com um pai que acredita em celibato até o casamento em pleno século XXI.

Sempre fui uma menina de namorar, pra não ter que ficar "ficando", só que ultimamente decidi viver um pouco a vida, sair mais, fazer diferente, enfim.
Um namoro iria levar para segundo plano meus objetivos de vida e carreira. E acabei encontrando uma pessoa que, de momento, achei incrível! Tudo foi muito rápido e acabei perdendo minha virgindade com o individuo. Comecei a faculdade e algumas coisas mudaram. Meus pais não acostumados com esse meu comportamento, me pressionaram até que veio a tona a história da virgindade. Não consigo mentir para os meus pais, então acabei contando tudo para eles.

E o que aconteceu? Julgada foi pouco, apedrejada então... ‘Haha'

Minha vida virou um inferno desde então. Fui ameaçada de ser expulsa de casa, tomar tapa na cara e ter o celular confiscado, ou melhor, queimado. Pediram mudança de atitude de minha parte, mas ouço xingamentos e ofensas todos os dias, é só acordar que começa e só termina quando durmo. Na verdade, já virou rotina.




O pior de tudo isso é o fato de que eu já estava infeliz pelo sujeito ter se afastando de mim depois de ter me entregado para ele, agora minha mãe só me fala coisas horríveis a respeito disso e acaba me machucando demais.

O negócio é ter paciência!

Realmente estou passando por um momento muito difícil em minha vida, onde o conservadorismo está me enlouquecendo!


Significado - con.ser.va.do.ris.mo ou con.ser.van.tis.mo sm. Atitude de apago às tradições (políticas, morais, artísticas, etc.) e de hostilidade às inovações.


Como conciliar uma vida moderna de atitude, com restrições? Realmente eu não sei!
Se alguém souber, me avisa.


Texto: A. 18 anos, estudante da Faculdade de Comunicação e Artes do Ceunsp.
Edição: Adriane Souza
Fotos: Fabiana Ritta

sexta-feira, 19 de março de 2010

Sobre Jornalistas e Gatos

Jornalistas são como gatos: hábeis, perspicazes, curiosos, caçadores.
Gatos são como jornalistas: simplesmente prezam a liberdade. No caso jornalístico, a liberdade de expressão.

Os dois tipos podem ser tanto charmosos quanto desajeitados. São malucos também e cheios de vida, nunca param.

Jornalistas correm atrás de notícias, caçam-nas. Gatos correm atrás de baratas, caçam-nas.

Espécies distintas. Humano e felino, tanto em comum.

Gatos interessam-se por coisas novas. Jornalistas também. Jornalistas gostam de ler. Gatos olham para os jornalistas lendo.



Gatos sobem em cima de tudo. Jornalistas sobem em morros, favelas e enfrentam tudo por uma boa (que é má) notícia.

Gatos têm sete vidas. Jornalistas vivem uma nova vida a cada dia.
O que é mais comum entre estes dois magníficos seres é que são os mais caras de pau. Entram, investigam, xeretam, comunicam.

Os gatos são tão peculiares em sua forma de agir. Agem com discrição. Jornalistas devem agir assim também.
Jornalistas debatem. Gatos arranham. Mas no final das contas, todo jornalista é um gato por dentro e todo gato tem uma rotina jornalística animal. •••.


Texto Júlia Justino

quinta-feira, 11 de março de 2010

Agressão

“-Ae bixo!!”.

Pode soar amigável, mas é uma forma de discriminar as pessoas. Pior que ser taxado por uma característica corporal, é ser apelidado.

O “bullying” é uma prática feita por todos (sim todos praticam e alguns nem sabem). Quem nunca taxou alguém pela sua fisionomia ou pelo seu jeito de ser? Essa é uma discriminação comum que todos nós sofremos e já praticamos.

Ser chamado de magrelo, gordinho, tampinha, ou alguém zoar com seu nome não é nada legal. E tem aqueles trocadilhos bobos que todo mundo ri, mas por dentro magoam. Seja na escola, no trabalho ou numa roda de amigos, por mais intimo que a pessoa seja, é algo que se torna desagradável.




Um exemplo comum nas faculdades (realizado pelos alunos veteranos) é o trote. Por mais que seja legal e engraçado fazer com que grupos de novos alunos “paguem micos” ou paguem bebida, tirar onda com a cara deles não é agradável. Parece até irônico, mas um local onde é para haver novas amizades e novos conhecimentos, podem ocorrer traumas para o resto da vida. Já que muitos trotes são abusivos, existem escolas e universidades onde o trote foi completamente abolido. A instituição apoia novos modelos de trote, como ajudar pessoas ou entidades, colhendo doações de mantimentos ou roupas.

Existe o lado mais humano neste tipo de trote, diferente do lado obscuro da pratica. Ninguém gosta de sair pintado nas ruas. Tem todo aquele lado emocional de ser um universitário (já que em nosso país este grupo é representado por uma parcela mínima dos estudantes) e até acaba tendo graça em ser chamado de “bixo”. Mas este apelido tem que ter limite. “Bixo” somente no primeiro dia de aula, a partir do segundo dia amigo.



Mesmo depois de escrever esta defesa, tenho certeza tudo isso ainda vai continuar como é. O costume de apelidar, taxar as pessoas é algo que não mudaremos da noite para o dia, nem há como definir uma data para isso. Ainda mais em nosso país, onde os nossos exemplos fogem ao respeito, taxam seus adversários políticos nos levando a seguir o mesmo caminho.

Falta consciência e lembrar o que é respeito. Tratar as pessoas do modo que você gostaria de ser tratado.





Texto:
Marcelo Francisco Soares

Créditos de fotografia:
Acervo Web
Ângela Trabachini

segunda-feira, 8 de março de 2010

Já foi o tempo em que a mulher era considerada sexo frágil!

Desde 08 de março de 1857,quando uma fábrica de tecidos em Nova Iorque foi incendiada criminalmente pelos patrões e matou 129 funcionárias,que reivindicavam melhores condições no local de trabalho, mundo passou a ver as mulheres com mais respeito e igualdade.



Mas foi apenas em 1910 que Clara Zetkin, durante a segunda conferência internacional de mulheres, realizada em Copenhague Dinamarca, propôs o dia internacional da mulher.

Após 100 anos de lutas por igualdade, a mulher ainda é vitima de preconceitos e discriminação numa sociedade totalmente machista. Muitas foram as conquistas das mulheres na sociedade. Mas hoje, a mulher ainda é alvo de discriminação por aqueles que pensam que “lugar de mulher é no fogão”. Por isso ela tem o grande desafio de mostrar que apesar de frágil, é forte, ousada e firme nas decisões.

No Brasil, a parcela feminina representa 51,2% da população com 41% economicamente ativa e 30 milhões de mulheres no mercado de trabalho. No setor educacional, a ascensão da mulher revela-se na presença de 57% em estudantes do 2º grau e ensino superior.



A mulher se faz presente tanto na economia quanto na política, espaços que a pouco tempo só eram ocupados pelos homens. Ela ocupa cargos executivos nas principais empresas mundiais, mostrando que seu poder de decisão traz ótimos resultados. Na política mundial, o avanço ainda é maior. A mulher se faz presente em todas as cadeiras de comando. O Brasil segue este mesmo ritmo, e na próxima eleição, teremos mulheres concorrendo com igualdade de chances de se eleger Presidente do Brasil.

Para mostrar toda minha admiração pelas mulheres, deixo esta dedicatória.

“Toda mulher deve ser amada. No dia-a-dia conquistada. No ser mãe, endeusada. Na cama desejada. Na boca beijada. Na alegria multiplicada. No lar compartilhada. No seu dia festejada. Na tristeza consolada. Na queda levantada. Na luta encorajada. No trabalho motivada. No aniversário presenteada. Na alma massageada. Na beleza admirada. Na dificuldade ajudada. No cangote bem cheirada. Na vida abençoada. No mundo inteiro respeitada. E sempre que possível...abraçada”.



Dia 08 de março, Dia Internacional da Mulher, 100 anos de lutas por igualdade.


Por Luis Carlos Pesseudônimo

sexta-feira, 5 de março de 2010

Pitty transforma SESC Interlagos em verdadeiro Woodstock

Dia 25 de janeiro de 2010 São Paulo comemorou seus 456 anos com muita música. Em diversos pontos da cidade, atrações como Restart, Cine, Negra Li, Leci Brandão,Paula Lima, Milton Nascimento, Toni Garrido entre outros, atraíram multidões para as praças da megatrópole, onde até o sol veio dar o ar da graça antes da chuva banhar a euforia dos fãs.

Mas provando que um bom som não precisa de rótulos para ter público definido, crianças, adolescentes e adultos se reuniram debaixo de chuva em uma tarde de segunda-feira para ver a roqueira Pitty que levou cerca de 15 mil pessoas ao Sesc Interlagos, mesmo a entrada não sendo gratuita como os demais shows apresentados em praça pública.



Entre os sons “das antigas” e alguns sons do novo álbum “Chiaroscuro”, Pitty fez a galera gritar e pular - no mais puro significado da palavra - dentro da lama. A multidão se ergueu num coro invejavelmente entrosado, que fazia os olhos brilharem de tão intenso que era presenciar aquilo.

Tinha de tudo um pouco... Meninas sobre os ombros de amigos tirando suas camisetas, levantando os braços e deixando os seios à amostra para quem quisesse ver - e quem não quisesse também –, até marmanjos brincando dentro das poças de lama, tocando suas guitarras imaginárias ou fumando um baseado.



Pitty arriscava um diálogo com o público entre as trocas de músicas, mas talvez a diversidade de pessoas era tamanha que às vezes ela se perdia nas palavras dizendo apenas “pra que ficar enrolando, se é tão simples o que eu quero dizer? É muito foda estar com vocês, eu adoro tocar em São Paulo!” e completava com “vocês não imaginam como isso tá lindo aqui de cima”.

E como estava sujo lá embaixo…

Era quase um WOODSTOCK, o cenário composto pela loucura desenfreada e não ensaiada de cada pessoa que, ao som pesado, deixava sua máscara cair sob influência dos acordes da guitarra de Martin, do baixo de Joe, a batera de Duda e a voz rouca de Pitty, sentindo a liberdade invadir o sangue em suas veias.



Árvores, lama, cheiros, som, bebida, loucura, cigarros, uma mistura enérgica! Sim, eu tenho que repetir, era quase um WOODSTOCK, exceto pelo sexo ao ar livre que - ainda bem - não chegamos a presenciar.

Em algum momento do show, desliguei a câmera e parei para pensar o que leva tantas pessoas estarem em um mesmo lugar, na mesma freqüência, sob um mesmo céu e sobre uma mesma terra molhada. Olhando ao redor, pessoas distintas, meninas se beijando, tatuagens, piercings, uma senhora com calça de couro e um vinil nas mãos autografado gritando. Todos se identificavam com alguma coisa, fosse com o som pesado, a voz cansada, as roupas pretas, as frases gritadas... Não importa muito o motivo, mas ali todos se sentiam livres para serem apenas eles mesmos.




A música tem esse dom de fazer libertar pessoas transferindo-as de atmosfera e Pitty, por sua vez, fez isto acontecer em uma das melhores apresentações nacionais que já estivemos.

E assim, sob a chuva da tarde paulista, foi encerrado um dos vários shows da capital, no feriado de aniversário de São Paulo.

Dia 23 de maio Pitty se apresenta em Jundiaí na Virada Cultural Paulista 2010. Será que tudo isso vai se repetir? Vale à pena conferir!

Texto e Fotos: Aline Batalia
Edição: Adriane Souza

quinta-feira, 4 de março de 2010

Mais um Capítulo...

Primeira postagem do ano.

Assim o Arautomania começa a escrever um novo capítulo, com novos personagens. Nossa nova equipe busca integrar primeiro, terceiro e quinto semestre de jornalismo...assim vamos trabalhar muito!



Temos a Júlia com suas analogias bem sacadas. A Paula com sua disposição e vontade de desafios. Mas o Gustavo vem cheio de vontade: "Quero escrever!". O Bruno é um brasileiro crítico...o que vai temperar ainda mais o nosso trabalho. Estes são do primeiro semestre de Jornalismo.

Do terceiro temos o Tiago, que tem aquele jeito todo "de boa", mas gosta de um trabalho sério...Oba!

E no quinto temos a futura mamãe Daniele, a incrível Mariana, o patriota Luis Carlos, a bem humorada Bruna e o enigmático Marcos Freddy.

Também sou do quinto semestre e terei o prazer de administrar o trabalho desta galera.

Este é o time!

Aproveito então para pedir desculpas aos leitores pelo tempo em que o blog ficou desatualizado. Foram provas, entrega de trabalhos, despedidas, reuniões familiares e férias. Dezembro é um mês tumultuado. Janeiro e Fevereiro complicados...

Em Dezembro Arauto completou um ano. Parabéns para os colaboradores que fizeram tudo isso acontecer!

Muitos TCCs foram entregues e apresentados, todos com sabor de dever cumprido e despedida. Felicidade e sorte para todos que concluíram mais esta etapa!

Um agradecimento especial para todos que leram nossas postagens, comentaram, criticaram, elogiaram e assim nos ajudaram a evoluir. É com muita força de vontade que entraremos 2010 trabalhando muito e oferecendo sempre um texto diferente para você leitor.

E agora em Março vamos movimentar tudo, com muita força de vontade e criatividade!

Chegou a hora de continuar a caminhada.




Paz e sucesso à todos.



Texto: Adriane Souza.
Fotos: Ângela Trabachini

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Jogo de Família

O tão descolado Vídeo Game é um meio de entretenimento usado por milhares de pessoas. Tal exemplo é seguido dentro de casa, no momento em que familiares compartilham esta diversão universal.



Especificamente, vamos falar desta relação no âmbito pai e filho, onde laços de carinho e amizade são estreitados.

O estudante de Ciências Contábeis Danillo Gouvêa conta como é importante dividir estes momentos com o pai:
“Jogar Vídeo Game com meu pai é bom demais por aumentar nossa amizade. Sempre jogamos futebol, um contra o outro e escolhemos o time para qual torcemos. A rivalidade é grande e saudável nessas horas. Sempre tem aquela provocação divertida! Minha irmã mais nova sempre fica lá torcendo pelo meu pai e acaba se divertindo com a gente. São momentos únicos!”



Já o metalúrgico Renato Botti, conta suas lembranças deste tempo, pois hoje os pais são separados:
“Ele sempre trabalhava muito, quase não ficava em casa e não tínhamos Vídeo Game na época, então eu já estava meio grande quando jogávamos. Lembro que nestes momentos a diversão era garantida e eu sempre ganhava dele. Eram momentos divertidos...”

E você, já jogou? Qual seu jogo favorito?

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

EXTRA! EXTRA!

Na última segunda-feira, 16 de novembro, um Arauto novinho chegou para entreter e informar nossos leitores!



Na reportagem de capa, temos um tema que é entretenimento puro: Video Game. Quem nunca deu nem uma jogadinha? Impossível hein!

Mudança de curso...é, na editoria Vida Universitária, temos uma reportagem que ilustra este dilema e testa as aptidões e decisões de muitos estudantes.

Debatemos a Usabilidade da Web e por qual razão as produções audiovisuais para o público infantil são tão importantes. Será que as crianças passam mais tempo na sala de aula ou diante da TV?

Editoria de educação mostra a tal Progressão Continuada...não sabe o que é isso? Então leia no Arauto!




E, claro que não poderia faltar, uma reportagem especial sobre o grande Anselmo Duarte!

O Arauto novo já chegou em suas mãos? O que achou dele? Se não chegou ainda, leia a versão on-line ou nos avise, tentaremos levá-lo até você!

E para que máscaras?



O Show “Talentos CEUNSP” está chegando para promover uma maior interação entre os universitários do Ceunsp, tanto de Itu quanto de Salto, derrubando suas máscaras e mostrando que talento e criatividade não têm limites!
A diversidade reunida em um só lugar: desenhistas, poetas, artistas plásticos, cantores, atrizes, atores...
Será no dia 23 de novembro, próxima segunda-feira, as 19h00, no Teatro Profº Rubens Anganuzzi Filho e anexo do Bloco W. Serão dois palcos simultâneos e apresentações artísticas distribuídas por todo o complexo, com a seguinte estrutura:
_Dois palcos
_Telão
_Iluminação cenográfica
_Box struss
_Videokê
_Pirofagia e muito mais!

Os estudantes de Eventos estão realizando este trabalho com a orientação da professora Sandra Keese.
É assim, iremos encerrar o ano letivo em grande estilo. Lembrando que o evento é aberto ao público e a entrada é gratuita.
Maiores informações pelo e-mail: contato@talentos-ceunsp.com.br
Não fique fora dessa, venha prestigiar e descobrir quem são esses novos talentos!


Texto:
Adriane Souza

sábado, 14 de novembro de 2009

Um Vício: Adrenalina!!

É o desconhecido, o inimaginável, o secreto, o desafio, os riscos que corremos que me faz sentir adrenalina.



Gosto de desafios, de sentir o coração bater extremamente rápido no peito. Gosto do medo que me encoraja a experimentar algo novo. Gosto do vento soprando no rosto. Gosto da aventura que posso me proporcionar com uma simples corrida de carro ou um passeio num parque de diversões.
A monotonia me irrita, procuro por aventura todos os dias de qualquer forma que seja a adrenalina precisa pulsar em mim, preciso senti-la!
Gente que corre, transita, esbarra, ri e me provoca, me desafia, me dão alegria de certa forma e fazem meu coração disparar, sentir que alguma aventura do cotidiano está por vir.
Pretendo voar de asa delta, saltar de bungee jump, pular de helicóptero e ficar aqueles 20 segundos, 20 longos segundos que me farão sentir aquela adrenalina pulsando nas veias e só depois abrir o pára-quedas, sentindo ainda mais adrenalina, isso eu quero fazer o mais rápido possível.
A liberdade me vicia em querer sempre mais. Sempre busco novas formas de me sentir viva!



Já pulei de skycoaster, dando um vôo rasante sobre um lago. Já fiz escalada, tirolesa, andei na carroceria de uma camionete a mais de 100 km por hora sentindo a força do vento em meu rosto, cai com o carro num buraco em uma estrada de terra num dia extremamente chuvoso no sítio, fiquei de ponta cabeça num barril cheio de água e quase morri (detalhe), participei de corridas de motos, pulei de um trem quando ele estava começando a se movimentar, corri com um cavalo descontrolado no pasto por quase meia hora até conseguir o fazer parar, andei na maior montanha russa da América Latina e em outras não tão especiais quanto esta, entre outros brinquedos radicais e outras coisas que me fizeram ter aquela gostosa sensação de adrenalina no corpo.
E não me importa se o gostoso aumento dos batimentos cardíacos faça com que meu sangue seja bombeado mais rapidamente, acelerando minha circulação sanguínea e por causa de alguma artéria entupida as células ficarem sem oxigênio e morrerem levando-me a um infarto, o importante foi ter sentido a adrenalina em mim!






Texto e fotografia:
Jaquelini Rodrigues Pereira, 2º semestre de Publicidade e Propaganda.

Edição:
Adriane Souza

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Beber e cair...na DP.


Tem coisa s que a gente houve e fica quieto só para não arranjar uma briga. Numa rodinha de conversa, que sempre tem após um jogo de futebol, estava me trocando apressadamente e dando todas as desculpas para não ficar para o famoso “terceiro tempo”, quando escuto uma frase que me deixou irado: ”Pra que esquentar a cabeça com provas, o que importa é o diploma”, disse o abestalhado na maior cara de pau.
Na hora eu não sabia se respondia grosseiramente ou levava na brincadeira. No entanto engoli seco aquele comentário, dei aquela risadinha bem falsa e bastante desapontada por meus esforços acadêmicos não serem reconhecidos, sai sem nada dizer.
No caminho de casa eu comecei a pensar naquele comentário. Apesar de ter sido de muito mau gosto e de saber que a maioria das pessoas não compartilha essa opinião, o que dizer dos estudantes que se propõem a sair de suas casas, após um dia cansativo no trabalho e, ao invés de estarem em aula vão direto para o bar?
Será que essa galera não tem o mesmo pensamento do meu amigo do futebol?
Será que para eles o que importa realmente não é só o diploma?
Independente do curso escolhido será que os profissionais formados nos bares serão tão competentes quanto aos que realmente freqüentam as aulas normais?
Mas o que mais me chama a atenção, é que, além de pagar as mensalidades da faculdade e o transporte, muitos ainda ficam em DP (dependência). Olha o tamanho do prejuízo!!! Será que vale a pena ter todo esse desfalque orçamentário em troca de algumas cervejas em horário de aula?
Gostaria de deixar bem claro que eu não estou fazendo nenhuma campanha contra os “universicolatras”. Eu estou apenas alertando os caros alunos que o mercado de trabalho está cada vez mais competitivo, terá mais chances aquele que estiver melhor preparado, ou seja, quem assistir mais aulas e tiver mais dedicação. Claro que ir ao bar uma vez ou outra é de lei e não faz mal pra ninguém. Galera, uma coisa eu garanto: tomar uma cerveja ou qualquer outra bebida para comemorar é muito bom, mas ter que engolir uma DP no final do semestre é muito complicado...

Pensem nisso!




Por Luis Carlos Pesseudônimo.
Edição e fotografia Adriane Souza

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Nunca gostei de mim...

Quando tinha 13 anos, meus pais se separaram. Me achava a pior pessoa do mundo, pois tinha certeza que os atrapalhava de alguma forma. Eles sempre discutiam por causa da minha educação, que sempre foi bem rígida. Meus pais nunca se preocuparam em saber o que eu queria, simplesmente decidiam tudo!
Meu pai sempre brigava comigo... Dizia que eu e minha mãe éramos sujas por sermos descendentes de índios, estranho, mas ele era racista, sempre me achou ruim e asquerosa.
Tristeza não existia para mim, nem depressão, era apenas um ódio de mim mesma... Comecei a acreditar nas coisas que meu pai dizia. Nunca tive coragem de me suicidar por saber que tinham muitas pessoas que gostavam de mim e que sofreriam se me matasse, então encontrei uma alternativa... Comecei a me torturar.
Um dia, num acesso de fúria joguei um copo no chão e fui atingida por alguns cacos enquanto os recolhia. Os cortes foram acidentais, mas na hora senti uma paz, como se estivesse relaxando, toda a raiva passou naquele instante. Eu era daquelas que gritava e quebrava as coisas em casa, mas depois daquele dia, passei a me ferir para aliviar e fazia tão automaticamente que, quando percebia, estava toda cortada! Cortava a barriga, as costas e sempre procurava um lugar novo para me cortar, principalmente onde saia mais sangue! Queria me auto destruir.



Já usei lâmina de barbear, mas prefiro me mutilar com faças, aquelas lisas estilo punhal mesmo, sem serras e sim com lâminas dos dois lados. Nunca fiz isso fora de casa, e jamais limpei o sangue no mesmo dia, gostava de ver escorrer até meu sono chegar. Quando acordava no dia seguinte, limpava todo o sangue seco.
Depois da separação, eu moro apenas com minha mãe. Para explicar as marcas, eu dizia que apanhava na escola. Ela chorou muito com uma amiga por preocupação de ter que me levar até a escola. Ela ainda não sabe a verdade, acredita que brigo muito e ponto.
Claro que tento esconder os cortes, uso pulseiras, braceletes, munhequeira ou mangas longas. Numa das vezes, fiz um corte tão fundo que quase fiquei sem os movimentos das mãos e mesmo assim escondi, deixei o corte curar sozinho, sofrendo com a dor sem conseguir pegar nada. Demorou uns três meses para sarar. Sorte que minha mãe nunca fica em casa, então consegui esconder numa boa. Se ela ficasse mais em casa eu não faria os cortes, mas eu não a culpo. Se eles ainda estivessem juntos eu teria me matado... A situação e as brigas eram insuportáveis! Não havia mais respeito, eu sou filha única e entrava no meio ou ia para o meu quarto me aliviar.
A última vez foi há seis meses, quando comecei a namorar. Tudo melhorou muito desde então, pois, no meu último namoro, fui traída e me sentia desprezada novamente, então me torturava. Me sinto bem só com isso. Meu atual namorado me ajuda, presta atenção em mim, se importa comigo e me dá muito mais valor do que eu imaginava que ele daria. Meus pais me aceitam mais hoje e me dão mais atenção. O comportamento das pessoas ao meu redor está mudando e isso está me ajudando a evoluir.
Eu tinha muito ódio das pessoas, achava que todas iriam me machucar e decidi ser indiferente a elas. Tenho amizade com pessoas determinadas e mantenho um convívio social estável, mas superficial, sem maiores intimidades. As pessoas são mais amigas minhas do que eu delas, afinal uma hora ou outra serei magoada, então simplesmente não me importo.



Hoje não ligo para o que as pessoas pensam de mim, a faculdade me ajudou nisso. Amadureci e tenho minha opinião própria, sei das conseqüências dos meus atos.
Se pudesse voltar no tempo, faria tudo igual ou pior ainda... Só me cortando a primeira vez consegui ver o quanto aquilo era bom para mim. Se tivesse coragem teria mesmo me matado. O fato de a minha mãe me amar já me bastava para continuar viva.
Não conto para ninguém por saber que não serei compreendida, todos pensarão que eu sou louca e devo procurar um psicólogo, uma religião ou seita.
Invejo os que conseguiram tirar a própria vida, mas ao mesmo tempo tenho pena pela covardia de não terem enfrentado a realidade.
Sabe, eu fui criada para me preocupar com o que os outros pensam. Aparência era tudo. Atualmente não estou nem ai para o que os outros pensam de mim. Vivo apenas para o meu prazer e satisfação. Não quero mudar nunca, achei um estilo de vida que me faz bem!
Não estou nem ai para a vida. Todos irão morrer mesmo e, quanto mais rápido, melhor!

Depoimento de L. 22 anos, estudante.


Edição:
Adriane Souza

Créditos de Fotografia:
1- Flickr de H.P.N.
2- Mariana Sugahara

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

E o Beijo?



Existem muitas histórias para a origem do beijo na boca. Uma das versões diz que há muito tempo, em Roma, quando os homens precisavam controlar o consumo de vinho, beijavam suas mulheres para descobrir se elas tinham bebido. Alguns afirmam que o beijar alguém nos lábios surgiu nas regiões frias, onde os homens costumavam sentarem-se próximos uns dos outros e soprar dentro das narinas e das bocas para esquentar. Há muitas versões para o surgimento deste tipo de beijo. O mais importante é lembrar que a arte de beijar foi se expandindo, desde a antiguidade e persiste até hoje.

Vamos deixar as historias e lendas de lado e vamos falar do que interessa.

Quem nunca ficou preocupado com aquela história de “primeiro beijo”?
Aquela expectativa e friozinho na barriga são sentidos por todos que estão prestes a passar por este grande momento.

A tensão para algo marcante na vida das pessoas é normal. Com o primeiro beijo, não poderia ser diferente. Os principais pensamentos são: Como é que eu devo fazer? Como está o meu hálito? Será que ele / ela vai gostar?

Beijar ou receber um beijo é uma das coisas mais gostosa existentes na vida do homem. É importante levar em consideração o momento do primeiro beijo, de preferência ser com uma pessoa muito especial, um lugar favorável e sem pressão de ninguém... Tudo isso faz deste momento, uma coisa inesquecível.



Beijar alguém pela primeira vez pode ser muito bom para alguns, indiferente para outros. Têm aqueles que acharam o primeiro beijo uma coisa “horrível”. Todas estas opiniões variam de acordo com o que cada um imaginou que aconteceria naquela hora, afinal a realidade pode ser dura!

Um caso é o de Jackson Godoy de18 anos. “O meu primeiro beijo foi com 11 ou 12 anos, não me lembro. Para mim foi normal, era muito novo, não entendia o que era o amor, então não tinha aquela história de romantismo. Mas estava muito nervoso”, lembra.

E em outros relatos:

“Foi interessante, como uma presente, uma gratidão, uma atração de uma mulher de 1m70 por um gordinho complexado de 14 anos”.
(Dyego Bendasoli)

“Eu tinha uns 14 anos e ela uns 16. Bom, posso dizer que foi mágico e bem inocente sabe, tipo bem apaixonado e com nenhum apetite sexual... Acho que foi isso!”
(Cláudio Ubilla)

“Alguns meninos pediam pra ficar comigo, mas eu adiava por medo. Quando eu menos esperava, um garoto que eu achava lindo queria me beijar. Pensei: seja o que Deus quiser. Foi tudo muito natural e deu tudo certo”.
(Bruna Lagreca)

”Acho que foi com 16. Foi mágico, uma descoberta. Foi gostoso. Excitante”
(João)

“Foi com 12 anos. Adorei. Tive um frio na barriga. Mas a menina que beijei também era o primeiro beijo dela. Foi uma coisa natural. Sem malicia.”
(Greidson Camargo)

“O meu primeiro beijo foi no meu aniversário de 13 anos. Foi horrível. Que presente”.
(Jaqueline Santos)

“Eu beijei com 5 anos. A garota e eu olhamos no relógio e dissemos que iríamos parar de beijar quando o ‘ponteirão’ passasse pelo número 12 por duas vezes. Foi engraçado.”
(Thiago S. Fernandes)

Com tantas lembranças negativas sobre o primeiro beijo pode assustar quem nunca beijou. Para dar tudo certo, vale relaxar e deixar as tensões de lado e curtir cada momento.

E você que já passou por esta experiência, certamente as lembranças invadiram a sua mente. Foi bom, ruim? Lembra-se?


Compartilhe conosco, conte!!

E um beijo para todos!


Texto de Lígia Martins
Edição de Adriane Souza
Imagens cedidas pelo site DrPepper (postagens Taradinho na Infância)

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Extra! Extra!

Nesta segunda-feira, 19 de outubro, você terá em mãos uma nova edição de O Arauto. Está bem interessante!



Iremos apresentar um debate sobre esse tema delicado, o Suicídio. Você irá conhecer um pouco mais sobre o assunto e se deparar com um depoimento comovente.

Um assunto muito presente nas universidades é o tão falado Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes, o Enade. Entenda o que é e como alguns universitários enfrentaram este desafio.

"Quantas cervejas valem uma DP?". Na Vida Universitária, o que os estudantes pensam sobre a relação estudar X extravasar.

A repórter Jéssica Bonatti, que saltou de paraquedas em Boituva, conta quais as sensações e como é o mundo desse esporte radical e caro.

Pedalar faz bem para a saúde do ciclista e para o mundo, já que é um transporte ecologicamente correto. Mostramos como é recomendável o mundo das bicicletas e como as ciclovias ganham cada vez mais espaço nas cidades.



O professor Agnelo Fedel conta um pouco de sua paixão por gibis em "Memórias de um Colecionador de Quadrinhos”.

Ainda: 'Da Mesa do Redator', "Acontece na FCA". No Jornal do Ceunsp, tudo o que rolou/brilhou no Miss Salto e uma radiografia dos cursos da Encead, faculdade que mantém cursos de Arquitetura e Engenharia.




Créditos de Fotografia:
1- Laura.
2- Gabriela Pizani Barral

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Mente Publicitária

A área da publicidade é responsável pela propagação de ideias através da criação, planejamento, produção e veiculação de campanhas.
Portanto, a mente do publicitário é o limite do seu trabalho... As ideias são seu alicerce.
Os universitários de Publicidade e Propaganda, da Faculdade de Comunicação e Artes, são responsáveis pela disseminação de diversos trabalhos gerados pela Agência Experimental de Comunicação e Artes, com imagens e frases de impacto.
Mas, quais são as frases que pairam pela mente destes profissionais em formação? Grandes propagandas? Músicas? Frases incoerentes?
Quer mesmo saber?

Então confira:




“Ainda bem que temos problemas e a vida não é fácil, pois as coisas fáceis não têm valor”.
(Mary Ellen Carneiro – 2º semestre)


“Apensar de tudo, o céu continua azul...apenas de, na verdade, ele ser vermelho”.
(Júnia Noronha – 2º semestre)


“Bom mesmo é problema na cabeça, sorriso no rosto e paz no coração”.
(Daiane Ribeiro – 2º semestre)


“Esperança é a última que morre”.
(Ana Letícia Valente – 2º semestre)


“Somos meros agentes propagadores de imposições midiáticas”.
(Francis Manolio – 4º semestre)


“Eu acho que quanto mais passamos por experiências frustrantes com pessoas próximas, mais entendemos que o “amai-vos uns aos outros” não é só um ensinamento religioso...é a única saída”.
(Dyego Bendassoli – 8º semestre)





E você...qual é a sua frase?




Edição:
Adriane Souza
Crédito Fotografia:
Ângela Trabachini

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Vagabundos Sim??



O texto "Vagabundos? Vagabundos Sim!" ilustra a questão que invade várias faculdades e universidades: Criar é ócio?

“Este movimento é uma forma de liberdade de expressão, mostrando que quem estuda comunicação e arte também trabalha e muito. É também, uma forma de chamar atenção das pessoas para que todos revejam os conceitos dos cursos de comunicação.”
(Ligia Martins – Estudante de Jornalismo 2º semestre)

“Alguns comunicadores irão se destacar, mas não todos. Só os bons e dedicados conseguem mesmo! Nos vemos daqui 10 anos para ver quem estará se divertindo mais!”
(C. - Estudante de Engenharia 4º semestre)

“Li o jornal e vendo por esse lado o estudante Pedro tem razão...quantas ideias legais e interessantes surgiram dentro de rodinhas ou aglomerados de pessoas.
Eu não tenho muito conhecimento do curso de vocês ou como é a dinâmica da sala de aula, esse tema creio que deve ter tido uma repercussão muito grande, pois não são todos que entendem o significado das palavras, sejam elas boas ou ruins.”
(Priscila de Melo – Logística 4º Semestre)


Falso Ócio Criativo

Será que teu lado não esta meio acabado...
Será que este caso está solucionado...
Uma hora entendo que parece fácil,
Nas outras acho que você está errado.

Sei que na verdade o que ganha eu também quero.
E que para isso preciso me deixar, ser desonesto,
Será que a tua cegueira e ganância
Te tira o prazer...só resta o sério?

Bom eu acho que não...
Rasgo minha agenda, vou na contra mão,
Faço dos meus dias o que você pensa ser em vão,
Meus livros é minha guitarra,
Sua musica é minha profissão...

Por Adriane Souza e Renato Botti




“Infelizmente muitos alunos comentam do Bloco K.
Achei que foi um jeito inteligente de vocês responderem a eles da mesma altura, já que todos nós estamos na faculdade para sermos alguém na vida, sem exceção de cursos, muito menos de bloco. Só não gostei muito da parte que a engenharia é citada, pois tanto eles quanto arquitetura são parecidos. É bem difícil também uma colocação no mercado de trabalho, já q usamos nossa criatividade igual a artes cênicas. jornalismo, radio e TV...de maneira diferente, mas usamos.”
(Vanderson – Arquitetura 2º semestre)

“Realmente odiei o comentário da professora Maria Regina porque ela lembra que todos dali têm tatoo, brincos e até cabelos compridos! O engraçado é que ela dava aulas de Português para o curso de direito e tinha que encarar alunos com tatuagem e cabelos compridos, os mal vistos na sociedade, que serão excelentes profissionais! A estética não influência nada! Digo isso porque tenho amizades com todo, me misturo com todas a tribos do Ceunsp. São Excelentes pessoas, muito inteligentes...com furo no nariz ou de paletó ou gravata.”
(Maiara Lopez – Direito 4º semestre)

“Olá, toda a moçada do Arauto! Gostaria de comentar sobre a matéria "Vagabundos sim", com o belo texto da profª. Regina e as reflexões que se seguiram. Apesar de não gostar de rótulos ou esteriótipos, conheço na própria pele as dores que a opção pela arte nos faz passar. Mas conheço também as delícias...A melhor resposta que podemos dar a quem não compreende o fazer artístico é, além da seriedade do nosso trabalho, o nosso mais absoluto bom humor! E viva os vagabundos-proletários-escravos-e-senhores-das-artes!!
(Profª. e artista plástica Sonia Pardim)


E qual é a sua opinião?



Edição e fotografias: Adriane Souza